[Entrevista] Por dentro da mente de Leonardo da Vinci

A versão final desse trabalho levou cerca de 24 meses para ser concluída. Custou uma pequena fortuna entre livros e viagens. O equivalente ao valor de um laptop de última geração. Incentivado pelo amigo e mentor literário Vicente Alves, tive a coragem de publicá-lo. Presto também uma homenagem à Universidade Católica de Brasília que me recebeu em seu corpo discente entre 2005 e 2010. Escrevendo para jornais e revistas desde 1999, foi um desafio retornar aos bancos acadêmicos e descobrir que nada sabia.

Meu ofício de “foca-aprendiz-de-jornalista” devo aos mestres pelos tijolinhos em forma de disciplinas que construiram minha fortaleza profissional: Lindalva Patrício, Alex da Silveira, Luiz Claudio, Luiza Mônica, Elias Rodrigues, Janara Kalil, Bernadete Brasiliense, Rafiza Varão, Florence Dravet, Liliana Ribeiro, Liliane Machado, João Curvelo, Ana Beatriz, Newton Scheufler, Aylê Salassiê, Sérgio de Sá e a todos os meus colegas do curso de Bacharelado em Comunicação Social (Jornalismo).

A entrevista passou a compor o Programa “Quem me ensina a trabalhar?” desenvolvido de 2004 a 2007 quando fui coordenador de estágio em Tecnologia da Informação e Comunicação no Tribunal de Contas da União (TCU). Neste período entrevistei e selecionei dezenas de estagiário(a)s, estudantes de cursos superiores, tais como Engenharia de Redes de Comunicação, Ciência da Computação, Engenharia de Software, Sistemas de Informação, etc.

Com a palestra “Estagiário, sim. Estagnário, não!” pude também orientar (com a ajuda do “Léo da Vinci”) os futuros candidatos aos processos de inserção no mercado de trabalho. [Baixe aqui a entrevista em formato PDF]

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Qué Mel, Kemmel, Kuemel, Quênio, Kêmio, Kenel, Quemuel…

Vou codificar para você no Alfabeto Zulu. Ele é usado na aeronáutica brasileira. Escreve aê:

Quebec União Eco Mike Eco Lima

QUEMEL. Soletra aê, por favor!

Em morse (código usado pela Marinha): –.- ..- — . — . .-.. Fácil, não!

O mais difícil é con(vencer) os operadores de call center a escreverem meu nome correto. Certa vez passei raiva com um atendente, cujo nome lembrava aquele ser mitológico que teve as asas derretidas por voar próximo ao Sol.

Meu martírio começou às 12h25 (tudo devidamente gravado e documentado) pelo protocolo nº 92383073. O sr. “voador” é um dos milhares de brasileiros que adentram as portas do mercado de trabalho por intermédio do 1º emprego em Help Desk. Na mitologia tenta fugir da ilha de Creta (precarização do trabalho), mas é convencido a acreditar que ao sair não conseguirá coisa melhor.

Obrigados a trabalharem em condições adversas e com scripts pré-programados, são os infoproletários modernos. O caso mais assombroso aconteceu nas plagas do pequi. Lá, o Ministério Público do Trabalho aplicou uma multa de R$ 1 milhão à empresa que proibia os opera dores (desculpe-me pelo trocadilho infâme) de irem ao banheiro. Resultado: nas seis horas que ficavam sentando, os atendendes faziam xixi nas calças e saias, respectivamente.

Para não perderem o emprego (e salário miserável de R$ 628) muitas atendentes resolveram de forma inusitada o problema: usavam fraldas geriátricas. Foi quando a Procuradoria Regional do Trabalho da 18ª Região resolveu acabar com a farra. Fique Atento com esse tipo de trabalho!

Às 12h40 o operador mitológico descobriu o porquê do meu acesso negado a banda larga: o nick cadastrado era “kemel”, mas eu repeti:

Quebec União Eco Mike Eco Lima

QUEMEL. Soletra aê, por favor!

O resultado do diálogo foi surpreendente: o ser mitológico quis me con(vencer) que não haveria problema algum e ter um nick “kemel”, para ele, um mero detalhe técnico, pois o que importava era a autenticação “kemel@terra.com.br”.

Não acreditei no que estava ouvindo (e gravando), mas continuei dando a corda para o enforcamento. Tudo isso com a conivência do supervisor que ouvia tudo calado e ainda ratificava as sandices do operador.

O resultado? Às 16h fui ouvir outras gravações do provedor UOL. Lá, pelos menos o atendente escreveu certo:

Quebec União Eco Mike Eco Lima

QUEMEL. Soletra aê, por favor!

Éder fez um golaço. Conseguiu cadastrar meu nick/login logo na 1ª vez. O operador do UOL fez igual ao jogador de mesmo nome, cujos chutes na copa de 1982 ficaram conhecidos como canhões ou “Patada Atômica”. Eder, o outro, espancou o fantasma do “analfabestismo” digital.

Quanto ao outro operador, tive que cortar as “asas” do sem-noção. Pensava ele poder voar sem limites. Como na mitologia, se tivesse escutado os conselhos do pai (Dédalo) não teria se esborrachado num embate com um consumidor cidadão. Na lenda se esborrachou com o Sol.

Iberê Camargo, o artista brasileiro de renome internacional constumava dizer: “O brasileiro tem alma de escravo. Aquele que luta pelos seus direitos no Brasil é considerado um criador de caso”. Sou!

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[Livro] Os neurônios da Leitura

Os neurônios da leitura ÉPOCA – Pode haver gênios em matemática que não sabem ler?

Dehaene – Isso é algo muito, muito raro. Pode haver pessoas iletradas muito boas em cálculos. Mas elas não serão gênios em matemática sem ler. Para avançar em matemática, a pessoa precisa entender diferenças sutis num nível muito sofisticado. É justamente a percepção dessas diferenças sutis que a leitura ativa no cérebro.

Ler é uma habilidade extraordinária que pode transformar o cérebro e prepará-lo para outros níveis de aprendizado.

“Não dá para ir muito longe sem leitura”, enfatiza o autor do estudo. Leia mais

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Brasil, Coração do Mundo e Pátria do Evangelho

Cante o Hino Nacional do Brasil e se emocione! Para ouvi-lo, clique no Audio Player abaixo:

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[Livro] A ética dos HACKERS e o espírito da era da informação

A Diferença entre o Bom e o Mau Hacker
Linus Torvalds, Manuel Castells e Pekka Himanen
Informática 256 páginas

Sinopse. Neste livro, os autores enunciam como os hackers representam uma nova oposição à moral da Era da Informação. Junto às criações técnicas dos hackers – a Internet, por exemplo, e o PC, que tornaram-se símbolos da nossa era – encontram-se os valores do hacker que os produziu, valores esses que propõem um desafio a todos. A obra conduz o leitor a uma viagem através das questões básicas sobre a vida na era da informática – uma viagem de surpresas constantes, que mostra a vida e a era da informação de um ângulo surpreendente.

No cerne da era da tecnologia está um grupo fascinante de indivíduos que se autodenominam hackers. Todos já ouviram falar de suas façanhas, que constituem em grande parte a base tecnológica da sociedade: a Internet e a Web. Segundo o jargão dos hackers, compilado na Net, eles são “programadores entusiasmados” que acreditam que “o compartilhamento de informações é um bem poderoso e positivo, e que é dever ético dos hackers compartilhar suas experiências elaborando software gratuitos e facilitar o acesso a informações e a recursos de computação sempre que possível.”

Mas posteriormente, o termo começou a ser usado para designar criminosos que operam por meio de computadores. Para evitar essa confusão com criadores de vírus e invasores de sistemas de computação, os hackers começaram a chamar esses usuários destruidores de crackers. Este livro ressalta a distinção entre hackers e crackers.

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Viver vale a pena – Suicídio nunca!

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ESE/Cap 28/Coletânea de preces espíritas/Por um suicida

Resgate por amor - Jesus ajudando um suicida VI – Por Um Suicida

71 – Prefácio – O homem não tem jamais o direito de dispor da sua própria vida, pois só a Deus compete tirá-lo do cativeiro terreno, quando o julgar oportuno. Apesar disso, a justiça divina pode abrandar o seu rigor, em virtude de certas circunstâncias, reservando, porém, toda a sua severidade para aquele que quis furtar-se às provas da existência. O suicida assemelha-se ao prisioneiro que escapa da prisão antes de cumprir a sua pena, e que ao ser preso de novo será tratado com mais severidade. Assim acontece, pois com o suicida, que pensa escapar às misérias presentes e mergulha em maiores desgraças. (Cap. V, nº 14 e segs.)

72 – Prece – Sabemos qual a sorte que espera os que violam a vossa lei, Senhor, para abreviar voluntariamente os seus dias! Mas sabemos também que a vossa misericórdia é infinita. Estendei-a sobre o Espírito de N…, Senhor! E possam as nossas preces e a vossa comiseração abrandar as amarguras dos sofrimentos que suporta, por não ter tido a coragem de esperar o fim das suas provas! Bons Espíritos, cuja missão é assistir os infelizes, tomai-o sob a vossa proteção; inspirai-lhe o remorso pela falta cometida, e que a vossa assistência lhe dê a força de enfrentar com mais resignação às novas provas que terá de sofrer, para repará-la. Afastai dele os maus Espíritos, que poderiam levá-lo novamente ao mal, prolongando os seus sofrimentos, ao fazê-lo perder o fruto das novas experiências. E a ti, cuja desgraça provoca as nossas preces, que possa a nossa comiseração adoçar a tua amargura, fazendo nascer em teu coração a esperança de um futuro melhor!. Esse futuro está nas vossas próprias mãos: confia na bondade de Deus, que espera sempre por todos os que se arrependem, e só é severo para os de coração empedernido.

Para ouvir a Prece por um suicida do cap. XVIII do Evangelho Segundo o Espiritismo, clique no Audio Player abaixo:

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“[…] Enquanto não estivermos todos unidos aos corações que mais amamos não seremos completamente felizes. É por isso que, muitas vezes, quando os relógios apontam as seis horas da tarde, muitos de nós sentem suave melancolia, ou, dependendo do nosso problema, uma tristeza grande, porque essa é a hora em que Maria, mãe de Jesus, recolhe a súplica de todas as criaturas. É a hora em que até no Vale dos Suicidas o silêncio acontece. É a hora em que, no Hospital Maria de Nazaré, todos voltam o olhar para o chão, para implorar a proteção da mãe de Jesus ao seu recomeço”.
Fonte: Mayse Braga – Suicídio – Palestra realizada na Comunhão Espírita de Brasília

Para ouvir a Ave Maria de Gounoud na voz de Beniamino Gigli, clique no Audio Player abaixo:

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Livro: A banalização da injustiça social

SINOPSE – “Vivemos uma guerra ‘econômica’ na qual estão em jogo a sobrevivência das nações e a garantia da liberdade. É em nome dessa justa causa que se utilizam, no mundo do trabalho, métodos cruéis contra os cidadãos, a fim de exlcuir os que não estão aptos para o combate. Nessa guerra o fundamental não é o equipamento militar ou o manejo das armas, mas o desenvolvimento da competitividade. Este livro tem como questão central as ‘motivações subjetivas da dominação’: por que uns consentem em padecer sofrimento, enquanto outros consentem em inflingir tal sofrimento”. Quando há substituição da mão-de-obra pela tecnologia em muitos setores, a estabilidade social pode ser seriamente ameaçada”.

Hoje o grande palco do sofrimento nas sociedades neoliberais é certamente o do trabalho. Nas empresas, cada vez mais adotam-se métodos de gestão que questionam as conquistas sociais, lançam mão da ameaça e apóiam-se na precarização do emprego para obter dos trabalhadores produtividade, disponibilidade e abnegação sempre maiores. Com base nos conceitos de banalidade do mal e de distorção comunicacional, o autor descreve um processo que funciona como uma armadilha: a aceitação do sofrimento e das pressões no trabalho mediante a adoção de estratégias coletivas de defesa. A adoção dessas estratégias permite-lhes continuar a participar do sistema, mas, paradoxalmente, acabam por precarizar não somente o emprego, mas toda a condição social e existencial – desdramatizando o mal, atenuando as reações de indignação e a mobilização coletiva para a ação em prol da solidariedade e da justiça.

(Comentário do QUEMEL: O livro foi a continuação da minha “bibliografia extendida” ao cursar a disciplina de Politicas Sociais de Emprego e Renda no curso de Serviço Social da Universidade de Brasília (UNB) em 1998. Recomendo-o principalmente para os profissionais de TI que buscam de forma obssecada uma certificação (canudo digital). Irão perceber que sem uma experiência consolidada, servem apenas como massa de manobra: o exército de reserva, segundo Karl Marx, altamente especializados e qualificados, mas sem perspectiva de empregos decentes. [Saiba mais]

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Livro: Concursos – Faça sem medo!

Concursos, faça sem medo - Entenda, domine e supere desafios São muitas as dicas que rodeiam a vida do sujeito na busca de conquistar uma vaga nos concursos públicos ou exames de vestibular. Mas, no final, são poucos os que realmente as seguem, e estes preferem apostar alto no estudo exacerbado das matérias e contar com rezas e um sopro de sorte.

“Entender, dominar e superar os obstáculos que antecedem um vestibular ou um concurso público pode ser fundamental para a aprovação. Ao longo da preparação, observa-se muitas vezes a falta de preparo emocional para enfrentar esse momento, que pode se estender por meses e até anos”, analisa o psicólogo Fernando Elias José, autor de “Concursos: Faça Sem Medo”. Continue lendo

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Carta a um jovem técnico em informática: quanto cobrar por serviços profissionais?


Caro colega, salve!

Você me faz essa pergunta há 20 anos e sempre lhe respondi que era preciso estudar economia de serviços, empreendedorismo, Inteligência de negócios, psicologia do cliente, comportamento do consumidor e blá, blá, blá. Sempre rolando o lero.

Criei até um curso para ensinar o método e a metodologia da Consultoria Doméstica em Informática (CDINFO).

Sempre li que não se deve dar o peixe, mas ensinar a pescar. Papo tão furado e batido que acabei por acreditar que fosse verdade.

Remexendo meu “baú de maldades”, encontrei uma fala do Herbert de Sousa (Betinho) em meus alfarrábios quando era estudante de Serviço Social (UnB). Ele dissera que em alguns casos deveria se dar o peixe antes de ensinar a pescar. “Para aqueles que vivem em situação de risco, primeiro a cesta e depois a cidadania”, explicava o humanista.

O sociólogo deve ter aprendido com um galileu que viveu a mais de 2 mil anos. O nazareno antes de proferir a famosa palestra O Sermão da Montanha, distribuiu pão e…peixe para uma multidão faminta que o aguardava. Inteligente, percebeu que a barriga vazia obscurecia o entendimento.

Portanto, baixe a planilha CDINFO e observe se ela poderá lhe ajudar a calcular seus custos e cobrar o preço que lhe é devido para seus serviços profissionais.

Se a proposta lhe sensibilizar, volte aqui para tirar as dúvidas necessárias. Vou lhe ensinar de fato o “como” pescar, pois o quantum, você já sabe. [Planilha CDINFO]

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[Livro] Como a mente funciONa

Como a mente funciONa Foram quase 700 páginas degustadas nas férias de julho. Mas tudo tem um “fim”.

“O conhecimento tem sua origem nos processos mentais do ser humano. Saber como a mente funciona é essencial para se compreender as duas grandes dimensões do conhecimento: o aprendizado; como o processo de aquisição de conhecimento, e a memória; o armazenamento desse conhecimento”, diz Steven Pinker.

O livro expôs uma nova forma de ver o mundo e espero que ao retornar à sala de aula me permita também fazer novos arranjos para entender as diferenças cognitivas dos meus educandos/educandas na Escola de Informática e Cidadania do Tribunal de Contas da União (EIC-TCU).

A neurodidática me obrigou a preparar aulas para a linguagem do pensamento. Difícil alcançar os conceitos e, principalmente pô-los em prática, mas tentarei tornar minhas aulas mais agradáveis. Quem sabe essa minha insistência me tornará algum dia professor.

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A falênsia da comunicassão

Caro leitor, cara leitora, salve!

Esse texto foi produzido como exercício na disciplina de Redação Jornalistica II sob a supervisão da professora doutora Florence Dravet (Universidade Católica de Brasília).

A pegadinha do primeiro parágrafo comprovou a tese de Nicholas Carr em seu livro A geração superficial – O que o Google está fazendo com nossos cérebros. Afirma o autor que depois da Internet, as pessoas não leem mais do que 20 linhas.

O episódio com o estagiário foi verídico e aconteceu quando era coordenador de estágio entre 2004 e 2008. O estudante cursava Tecnologia da Informação em uma instituição de ensino superior no Distrito Federal.

O texto causou polêmica. Fui taxado de analfabeto e praticante do “analfabestismo” funcional. Leia até o fim e descubra o porquê!

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Por Luiz Henrique Quemel
Especial para o Correio Braziliense

Como fasso para ser um proficional de sucesso? Poço participar do processo de estágio? As duas orações não fazem parte de auguma obra de ficção, mas de tópicos postados em foruns de informática por adolescentes aspirantes às carreiras de tecnologia da informação. A maioria tem aver com orientação vocassional, mas grande parte está relacionada com informação proficional. Continue lendo

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Fatura em nome de Vadia. E tu Kuemel, o qui Kueres?

NET TROCA GRAFIA DE BATISMO DA CLIENTE QUE RECLAMOU DO ATENDIMENTO. [RECORDAR É VIVER – 2012]

Comentário do QUEMEL: Eu tive mais sorte. Após discutir várias vezes com as amáveis atendentes da NET e de outros provedores (Qué Mel, Kemmel, Kuemel, Quênio, Kêmio, Kenel…), desisti e cancelei o serviço. Agora utilizo os serviços da “POMBO NET”.

A Net trocou o nome de uma cliente de Sorocaba (SP) na fatura de cobrança. O fato poderia ser considerado um simples equívoco, não fosse um detalhe: “Katia” virou “Vadia”, e isso pouco depois de ela discutir com uma atendente da empresa por telefone.

O caso começou em 16 de junho, quando Katia Nogueira ligou para a Net para renegociar uma dívida. Ela diz que foi orientada a pagar a fatura de junho para que o sinal de internet e TV a cabo não fossem interrompidos, mas que, no dia seguinte ao pagamento, o acordo foi descumprido.

Katia diz que ligou de novo. “Ela [a atendente] disse que eu não devia atrasar faturas e me deixou 24 minutos na linha até a ligação cair.”

Segundo ela, a atendente pediu várias vezes a confirmação de dados, mas não disse que o cadastro seria alterado. “Não gostei da forma como ela falou e posso ter respondido com má vontade, mas falei meu nome claramente”, afirmou.

No terceiro telefonema, diz, Katia conseguiu a renegociação e o sinal voltou. “Minha surpresa foi receber a conta, com o nome trocado. Cheguei a achar que era ‘Nadia’, mas depois entendi e me senti extremamente mal.”

A cliente registrou um boletim de ocorrência.


Dia 1º de julho, ela recebeu um pedido formal de desculpas da Net, além de flores e bombons, mas manteve o cancelamento do serviço. “Agora estou sem nada, mas com a dignidade”, afirmou.

Para o chefe da seção de fiscalização do Procon de Sorocaba, José Antonio de Oliveira Júnior, pode ter havido “exposição do consumidor ao ridículo”. “O fato de um cliente buscar seus direitos, mesmo que reclamando e sendo mais exigente, não autoriza a empresa ao constrangimento”, disse.

A Net informou, em nota, que solicitou o “imediato afastamento da funcionária do quadro de prestadores de serviço”. Disse ainda que notificou a empresa Contax, responsável pelo atendimento aos clientes, sobre a ocorrência, que diz “não tolerar”.

A Contax, por meio de sua assessoria, disse que lamenta o ocorrido e que demitiu a colaboradora, por ferir seu código de ética.

A empresa informou ainda que os colaboradores passam por um “intensivo processo de treinamento focado nas necessidades do cliente”. Fonte: Folha de São Paulo

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[Publicidade] Transpouco – Fretes & Mudanças

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[insTrUTOR] A fóvea em aula de Excel 2013

reading_brain A turma composta só por mulheres ficou constrangida quando perguntei se elas usavam as suas respectivas fóveas. Se nos estivéssemos na Escolinha do Professor Raimundo (Chico Anísio), decerto que a Dona Bela, personagem puritana interpretada por Zezé Macedo, teria desmaiado na hora. Eu não possuo na turma o CDF Ptolomeu (Zizo Neto) para me socorrer neste momento de constragimento. Mas a partir dai foi só divertimento, pois a aula encontrou seu lado lúdico.

A pergunta relativa à fóvea deu-se porque elas não estavam conseguindo visualizar as Faixas de Opções próximas à Barra de Menu. Expliquei que o uso otimizado da fóvea auxiliaria na leitura dinâmica, por que é capaz de abranger uma área maior de leitura horizontal e não somente sua área de foco.

Quando comecei a desenhar a fóvea, então o constrangimento foi maior, haja vista que não sou um bom desenhista. O mal estar provocado pela pergunta se desfez quando eu expliquei de forma (neuro)didática o significado da palavra. Teve educanda que pensou (literalmente) bobagem, mas não quis revelar o conteúdo.

Ao pesquisar na Internet sobre a palavra tivemos uma enxurrada de conceitos, nem sempre corretos. Por isso prefiro que você tenha contato (pela primeira vez) com o conceito de fóvea usando uma apresentação do neurocientista Stanislas Dehaene em seu livro Os neurônios da leitura. Clique aqui para baixar a apresentação

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[insTrUTOR] Errar é humano!

Errar é humano” foi o tema da aula sobre processadores de texto que ministrei para minha turma de inclusão digital na Escola de Informática e Cidadania do Tribunal de Contas da União (EIC-TCU). Forneci um papel A5 (210 x 148) para cada educando e pedi que redigissem apenas um parágrafo. Dei cinco minutos para a tarefa.

Mostrei a diferença entre um processador de texto manual (manuscrito) e um processador de texto eletrônico (Writter e Word). Mostrei que se aprendessemos a filosofia de um processador de texto, seria fácil usá-lo, fosse o Word (Office) ou Writter (OpenOffice). Em seguida dei uma folha A4 (297 x 210) com vários parágrafos impressos e pedi que digitassem em apenas 5 minutos. Houve protestos!

– Hei professor, isso não acaba em menos de 60 minutos. Não tenho sessenta minutos para perder com digitação.

– Classe, eu digito em apenas sete segundos. Abri o Microsoft Word 2013 e digitei:

=rand(5,7) . Eles acharam que foi bruxaria, feitiçaria, magia e nisso a aula ia…

A partir desse momento descontraído, o conhecimento fluiu de forma espontânea. Contei sobre o mistério do comando RAND (descubra você também o que ele faz) e sobre o tema proposto. “Herrar é o mano” foi título da redação mais curta da história. Dizia assim:

“Minha mãe vai ter um filho e ele se chamará Herrar, pois Herrar é o mano”.

Meus alunos foram mais criativos. Especialmente aquele que me fez gargalhar ao ler sua redação:

“Errar é humano – Ouço isto há bem tempo, mas agora acabei de crer que é verdade, pois até o professor Quemel herra; ele é o mano!”

 

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Naquela mesa

Papai, valeu!

Composição: Sérgio Bittencourt

Naquela mesa ele sentava sempre
E me dizia sempre o que é viver melhor

Naquela mesa ele contava histórias
Que hoje na memória eu guardo e sei de cor

Naquela mesa ele juntava gente
E contava contente o que fez de manhã
E nos seus olhos era tanto brilho
Que mais que seu filho
Eu fiquei seu fã

Eu não sabia que doía tanto
Uma mesa num canto, uma casa e um jardim
Se eu soubesse o quanto dói a vida
Essa dor tão doída, não doía assim

Agora resta uma mesa na sala
E hoje ninguém mais fala do seu bandolim

Naquela mesa ta faltando ele
E a saudade dele ta doendo em mim.

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Pai

Papai, valeu!

Composição: Fábio Jr.

Pai!
Pode ser que daqui a algum tempo
Haja tempo prá gente ser mais
Muito mais que dois grandes amigos
Pai e filho talvez…

Pai!
Pode ser que daí você sinta
Qualquer coisa entre
Esses vinte ou trinta
Longos anos em busca de paz…

Pai!
Pode crer, eu tô bem
Eu vou indo
Tô tentando, vivendo e pedindo
Com loucura prá você renascer…

Pai!
Eu não faço questão de ser tudo
Só não quero e não vou ficar mudo
Prá falar de amor
Prá você…

Pai!
Senta aqui que o jantar tá na mesa
Fala um pouco tua voz tá tão presa
Nos ensine esse jogo da vida
Onde a vida só paga prá ver…

Pai!
Me perdoa essa insegurança
Que eu não sou mais
Aquela criança
Que um dia morrendo de medo
Nos teus braços você fez segredo
Nos teus passos você foi mais eu…

Pai!
Eu cresci e não houve outro jeito
Quero só recostar no teu peito
Prá pedir prá você ir lá em casa
E brincar de vovô com meu filho
No tapete da sala de estar
Ah! Ah! Ah!…

Pai!
Você foi meu herói meu bandido
Hoje é mais
Muito mais que um amigo
Nem você nem ninguém tá sozinho
Você faz parte desse caminho
Que hoje eu sigo em paz
Pai! Paz!…

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A Mio Padre

Papai, valeu!

Composição: Andrea Bocelli (tradução)

Caro papai

É inutil discutir.
Nunca entraremos em acordo,
E o que haveria de estranho nisso?
30 anos nos separam…
Ou talvez,
Exista um medo em você,
De não encontrar mais a força
Para estar ao meu lado
Se obstáculos me pararem.

Não se preocupe, escute.
Terei problemas, afrontas às infâmias,
Mas nada me assustará.
Nada me corromperá.
Nada no mundo me fará esquecer que
Posso vencer.

E eu mesmo quero fazê-lo.
E eu mesmo quero fazer isso.
Sei bem que para voce é dificil
Justificar essa mania de combater,

Ousar o impossivel…eu sei.
Pode achar incrível,
Mas quanto mais penso nisso,
Mais estou certo que pareço muito com voce.
E você não tem idéia de como eu queria
Que a força nunca te abandonasse.

Para te ter aqui comigo.
E nao me render.
Nunca.

Tchau papai. até breve.

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Meu querido, meu velho, meu amigo

Papai, valeu!

Composição: Roberto Carlos e Erasmo Carlos

Esses seus cabelos brancos, bonitos, esse olhar cansado, profundo
Me dizendo coisas, num grito, me ensinando tanto do mundo…
E esses passos lentos, de agora, caminhando sempre comigo,
Já correram tanto na vida,
Meu querido, meu velho, meu amigo

Sua vida cheia de histórias e essas rugas marcadas pelo tempo,
Lembranças de antigas vitórias ou lágrimas choradas, ao vento…
Sua voz macia me acalma e me diz muito mais do que eu digo
Me calando fundo na alma
Meu querido, meu velho, meu amigo

Seu passado vive presente nas experiências
Contidas nesse coração, consciente da beleza das coisas da vida.
Seu sorriso franco me anima, seu conselho certo me ensina,
Beijo suas mãos e lhe digo
Meu querido, meu velho, meu amigo

Eu já lhe falei de tudo,
Mas tudo isso é pouco
Diante do que sinto…
Olhando seus cabelos, tão bonitos,
Beijo suas mãos e digo
Meu querido, meu velho, meu amigo.

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Meu velho – Altemar Dutra

Papai, valeu!

É um bom tipo meu velho
Que anda só e carregando
Sua tristeza infinita
De tanto seguir andando

Eu o estudo desde longe
Porque somos diferentes
Ele cresceu com os tempos
Do respeito e dos mais crentes

Velho, meu querido velho
Agora caminha lento
Como perdoando o vento
Eu sou teu sangue meu velho
Teu silêncio e o teu tempo

Seus olhos são tão serenos
Sua figura é cansada
Pela idade foi vencido
Mas caminha sua estrada

Eu vivo os dias de hoje
Em ti o passado lembra
Só a dor e o sofrimento
Tem sua história sem tempo

Velho, meu querido velho
Agora caminha lento
Como perdoando o vento
Eu sou teu sangue meu velho
Teu silêncio e teu tempo

Velho, meu querido velho
Eu sou teu sangue meu velho
Teu silêncio e teu tempo
Velho, meu querido velho

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Fui demitido, e agora?

 

Eu fui demitido da (RedeTV!). Foi no dia oito do oito de oitenta e oito (08.08.88) e se chamava TV Manchete. Quem me demitiu foi um editor, meu xará e mineiro bacana que queria meu lugar de Assistente de Estúdio para colocar o enteado.

35 dias depois eu estava trabalhando no SBT como Operador de Satélite e com um salário muito maior.

Pouco tempo depois o meu “demissor” também fora demitido da TV Manchete e sem alternativa nenhuma foi parar na…TV Studios canal 5 (SBT).

O pobre coitado fugia sempre que me via. Ele também foi demitido do SBT. Foi parar na TV Record. Demitido novamente, retornou ao SBT. E advinhem? Por falar publicamente que o SBT não investia em jornalismo…foi dé-dé-demitido de-novo-outra-vez-novamente.

Eu? Tomei vergonha na cara e estudei para concursos publicos. Quando estava a um passo do Departamento de Polícia Federal (DPF), fui salvo pelo Tribunal de Contas da União (TCU). Aonde permaneço até hoje.

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Mundo da Moda – Roupas Femininas – Greice

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ESE/Cap 28/Coletânea de preces espíritas/Por um suicida

Resgate por amor - Jesus ajudando um suicida VI – Por Um Suicida

71 – Prefácio – O homem não tem jamais o direito de dispor da sua própria vida, pois só a Deus compete tirá-lo do cativeiro terreno, quando o julgar oportuno. Apesar disso, a justiça divina pode abrandar o seu rigor, em virtude de certas circunstâncias, reservando, porém, toda a sua severidade para aquele que quis furtar-se às provas da existência. O suicida assemelha-se ao prisioneiro que escapa da prisão antes de cumprir a sua pena, e que ao ser preso de novo será tratado com mais severidade. Assim acontece, pois com o suicida, que pensa escapar às misérias presentes e mergulha em maiores desgraças. (Cap. V, nº 14 e segs.)

72 – Prece – Sabemos qual a sorte que espera os que violam a vossa lei, Senhor, para abreviar voluntariamente os seus dias! Mas sabemos também que a vossa misericórdia é infinita. Estendei-a sobre o Espírito de Fulano, Senhor! E possam as nossas preces e a vossa comiseração abrandar as amarguras dos sofrimentos que suporta, por não ter tido a coragem de esperar o fim das suas provas! Bons Espíritos, cuja missão é assistir os infelizes, tomai-o sob a vossa proteção; inspirai-lhe o remorso pela falta cometida, e que a vossa assistência lhe dê a força de enfrentar com mais resignação às novas provas que terá de sofrer, para repará-la. Afastai dele os maus Espíritos, que poderiam levá-lo novamente ao mal, prolongando os seus sofrimentos, ao fazê-lo perder o fruto das novas experiências. E a ti, cuja desgraça provoca as nossas preces, que possa a nossa comiseração adoçar a tua amargura, fazendo nascer em teu coração a esperança de um futuro melhor!. Esse futuro está nas vossas próprias mãos: confia na bondade de Deus, que espera sempre por todos os que se arrependem, e só é severo para os de coração empedernido.

Para ouvir a Prece por um suicida do cap. XVIII do Evangelho Segundo o Espiritismo, clique no Audio Player abaixo:

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“[…] Enquanto não estivermos todos unidos aos corações que mais amamos não seremos completamente felizes. É por isso que, muitas vezes, quando os relógios apontam as seis horas da tarde, muitos de nós sentem suave melancolia, ou, dependendo do nosso problema, uma tristeza grande, porque essa é a hora em que Maria, mãe de Jesus, recolhe a súplica de todas as criaturas. É a hora em que até no Vale dos Suicidas o silêncio acontece. É a hora em que, no Hospital Maria de Nazaré, todos voltam o olhar para o chão, para implorar a proteção da mãe de Jesus ao seu recomeço”.
Fonte: Mayse Braga – Suicídio – Palestra realizada na Comunhão Espírita de Brasília

Para ouvir a Ave Maria de Gounoud na voz de Beniamino Gigli, clique no Audio Player abaixo:

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Quem vai cuidar do seu ultrabook em 2017?

  1. PC bebê( ) Quem te vendeu um adaptador wireless USB por R$ 259 e alegou que o preço “embuste” impostos. Você descobriu o mesmo equipamento com nota fiscal, garantia nacional de 12 meses por R$ R$ 199 na concorrência. Pior foi descobrir que todos foram comprados na mesma revenda e de brinde levaram um frasco de Oléus Channel Peroba nº 5.

( ) Quem acabou com TODAS as lojas de assistências técnicas credenciadas e agora só pelo 0800. Depois da Via Crucis, você ainda precisa submeter o equipamento a “perícia” para saber se merece ser trocado.

( ) Quem te ofereceu computador on-board, memória compartilhada e não te avisou da performance?

( ) Quem te deixou plantado igual a um pé de couve e ainda ouvindo: vou estar te transferindo, para estar te ajudando, para estar te auxiliando, para estar…?

( ) Quem te vendeu computador por R$ 799 e ainda disse que eram as “[…] as últimas peças”?

( ) Quem esperou você comprar um computador por R$ 999 e depois baixou para R$ 699 só para agradar o governo?

( ) Quem te vendeu aquele notebook, mas não te avisou que não existe assistência técnica autorizada em sua cidade e por isso se der algum problema terá que ser feito o “recolhe” em São Paulo?

( ) Quem te vendeu aquele notebook, mas não te avisou que mesmo com a nota fiscal a garantia SO YO?

( ) Quem apagou as suas declarações do imposto de renda nos últimos cinco anos por que não sabia onde fazer o backup ao formatar seu ultrabook?

( ) Quem prometeu te socorrer em 48 horas, mas só foi aparecer 144 horas depois e ainda dizendo: “[…] desculpe a nossa pequena demora. Ligue para (11) XXXX XXXX…”

( ) Quem te vendeu um pacote de serviços de assistência técnica por R$ 99, mas não te disse que o suporte gratuito de 90 dias pelo telefone 0300 é pago…?

( ) Aquela empresa que vendeu mais computadores do que a capacidade dos técnicos em prestar suporte técnico seja por e-mail, telefone ou no suporte em domicílio…?

( ) Quem disse que formatar e instalar um sistema operacional é “[…] coisa que qualquer idiota faz…”, você acreditou, mas não soube depois trazer as configurações da sua rede doméstica wireless…?

( ) “[…] Ou talvez aquele que te vendeu um excelente processador, placa de vídeo, placa mãe, HD, memória e mandou junto aquela fonte genérica. Ele apenas esqueceu de avisar que a fonte é de péssima qualidade, e não vai alimentar corretamente a configuração”. Contribuição do leitor Denilson Marcos (Androide Cell) do Forum Guia do Hardware.

Caro cidadão-cliente-consumidor-usuário de bens e serviços de informática, se você ainda sente as consequências do resultado de “proficionais” e “imprezas” que lhe causaram tanto desgosto, não estaria na hora de aproveitar e fazer uma faxina nos seus fornecedores?

Não precisa responder agora, você ainda tem 270 dias para conhecer de fato a “garantia exten…dita” de quem aprontou tudo isso com você.

Quemel,
Bração e boa $orte! (você vai precisar de muita em 2017)

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[Forró] Intensivo na veia – Aniversário Prof. Pedro Saulo

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Cartilha “Como comprar um notebook sem ser enganado”

Caro leitor, cara leitora, salve!
Eis a cartilha “Como comprar um notebook sem ser enganado”. A 1ª edição lançada em 2001 na Livraria Cultura e depois na Fnac foi seguida de uma palestra de 50 minutos e um “byte papo”. Reune informações exclusivas e importantes para quem deseja adquirir um laptop.

A obra foi atualizada em 2017 com versão compacta. Saiba como reconhecer um notebook recondicionado e as principais armadilhas do mercado em relações aos laptops falsificados.

E necessário ter um programa que faça a leitura de arquivos em formato PDF. Para baixá-la no seus disco rígido, clique com o botão direito do mouse sobre o link e selecione a opção “Salvar destino como…” ou “Salvar link como…”. [Cartilha]

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[Assistência técnica] Como NÃO comprar um laptop/ultrabook

Comece perguntando ao “consultor-técnico”, vulgo vendedor, se o notebook possui garantia nacional. Se ele gaguejar, mas responder com toda segurança:

– Veja bem…

Passe para a segunda pergunta: essa garantia é feita em assistência técnica autorizada ou especializada? Se a resposta for com toda certeza:

– Veja bem… Continue lendo

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Francisco de Assis, psicografia de João Nunes Maia

Francisco de Assis Não me surpreendi com a escolha do Cardeal Jorge Mario Bergoglio para conduzir a Igreja de Pedro e, principalmente pela escolha do nome Francisco.

Surpreendente mesmo foi ter lido Francisco de Assis, psicografia de João Nunes Maia pelo espírito Miramez.

Foi sossegado numa rede em Porto das Dunas (Ceará) que pude me emocionar com o livro. Solitário, sim. Sozinho, nunca!

Todas as noites encontrava com amigos da espiritualidade para lermos o livro.

Certa feita, um amigo do invisível me dizia ser a publicação um tratamento de desobsessão e ao mesmo tempo contra a depressão. Continue lendo

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Esquerda ou Direita, eis a questão!

esquerda_direita_cerebro Confesso, sempre gostei de fazer malvadezas que mais confundiam do que explicavam. O melhor período foi entre 1993 e 1997 quando cursei Serviço Social na Universidade de Brasília (UnB).

Além de ser praticamente o único homem do curso, predominantemente feito por mulheres (cuidado, feministas, não sou preconceituoso!) ainda tinha que aguentar os neoesquerdistas-jacobinos convertidos de última hora ao encontrarem o “céu” lendo o Capital de Karl Marx. Em sua grande maioria jovens de classe media alta e rebeldes “reaças”

Era muito divertido frequentar as aulas de sociologia ora sendo de direita, ora de esquerda. Não era difícil ser “encaixado” como “reaça”. Bastava olhar a bibliografia que desfilava pelo minhocão (ICC) debaixo do meu braço: Milton Friedman, Friedrich von Hayek, Francis Fukuyama etc. Mas o cúmulo foi ter lido e comprado um exemplar de Fernando Bresser Pereira que versava sobre reforma administrativa (sou servidor público federal). Quando já estava totalmente imerso e com a pecha de “reaça”, trocava o espectro ideológico.

Mudava a bibliografia e ia participar das aulas no departamento de economia: Karl Marx com seu volumoso O Capital e Cadernos do Cárcere de Antonio Gramsci faziam a loucura dos novos intelectuais burgueses. E como num passe de mágica convertia-me de “reacionário” para neojacobino. Era divertido explorar a obtusidade das pessoas.

Longe de ser apenas uma diversão, era uma estratégia aconselhada pela professora Ilma Rezende do departamento de Serviço Social que dizia ser a leitura e estudo das ideias divergentes a melhor forma de desconstruí-las.

Por isso quando encontro alguém de “Esquerda” pergunto se já estudou obras de Milton Friedman, Friedrich von Hayek, Francis Fukuyama, Roberto Campos ou quando de “Direita” a mesma pergunta para obras de Karl Marx, Antonio Gramsci dentre outros. Dependendo da resposta logo é percebido trata-se de mais um obtuso perdido entre a direita bandida e a esquerda corrupta ou se preferirem entre a direita corrupta e a esquerda bandida…KKK*

* Fui acusado certa vez por um esquerdopata-neojacobino-cheguevarista de ser um “reaça” com minhas risadas no Facebook. O idiota-após-graduado afirmou que minha risada era uma “especial simpatia” pela Ku Klux Khan (KKK), aquela instituição de extrema direita que “ex-terminava” negros. Acredite, a idiotice tem lado!

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[O Crepúsculo do Dragão] Pulsação Narrativa!

Era oito do oito de 2008. Jorge Arthur Mohammed sentiu um cansaço e tremedeira nas mãos. À medida que as afastava do teclado, mais tremia e a vista embaçava.

Foi parar na emergência do Hospital das Forças Armadas (HFA). Fez a ficha e aguardou a vez de ser atendido. A porta do consultório se abriu e um senhor de barbas brancas e olhos azuis convidou-o a entrar. Por que a gente sempre tem a impressão que já conhece as pessoas?

O médico questionou os motivos da visita. O agente da Unidade de Crimes Tecnológicos (Technology Crime Unit – TCU) falou sobre as câimbras, sede em excesso e incontinência urinária. O médico pegou o esfigmomanómetro e disse:

– Há muita pressão. Isso é Pulsação Narrativa. Você precisa escrever meu filho!

– Pulsa… o quê? Gaguejou, atropelando as palavras. Ele devia estar brincando, pensou.

E estava mesmo. Sorriu, pegou o polegar direito de Jorge Arthur e espetou uma espécie de caneta com agulhas. O sangue apareceu de forma tímida. Foi o suficiente para inseri-lo num pequeno equipamento digital.

– E além disso, está com a glicose muito alta, diagnosticou o médico.

Sentou-se e começou a rabiscar. Parecia estar prescrevendo uma receita ou um atestado médico. Entregou os dois papeis e o profissional dos bytes sem enxergar muito bem devido à cirurgia nos olhos (lasik) recente, pegou e saiu.

Entrou na farmácia para aviar as duas receitas. A moça olhou e devolveu uma. Disse que não vendia ali. Notou um olhar meio desconfiado, como a esconder uma risada incontida. Jorge Arthur guardou a caixa de Cloridato de Metformina (genérico para Glifage XR500) e se dirigiu a outra farmácia.

Entregou a outra receita, muito maior e com mais itens. A moça riu e disse-lhe:

– Senhor, não vendemos livros aqui!

Retornou para casa e com uma lupa de grande ampliação leu: Continue lendo

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